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28 de março de 2018

#RESENHA - O Cara dos Meus Sonhos (ou quase) por Jenn Bennett

Título: O Cara dos Meus Sonhos (ou quase)
Autora: Jenn Bennett
Editora: Plataforma21
Páginas: 480
Idioma: Português
Ano de Lançamento: 2018
Gênero: Jovem Adulto
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Livro cedido em parceria com a editora

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SINOPSE: E se você tivesse que atravessar o país para descobrir um grande amor?
A cinéfila Bailey “Zibelina” Rydell troca mensagens com um nerd carismático igualmente apaixonado por filmes – Alex, seu crush virtual. Eles viviam separados por mais de mil quilômetros, até Bailey se mudar para a casa do pai na Califórnia – mais precisamente, para a mesma cidade de Alex.
Insegura e temendo que o Alex da vida real seja muito diferente de suas idealizações, Bailey não conta a ele que estão na mesma cidade. Ou que conseguiu um trabalho num museu “caça-turistas” local. Ou que ela está, pouco a pouco, sendo fisgada por um rapaz irritantemente atraente que trabalha no lugar – Porter Roth, cujo berço é uma lendária família de surfistas.
Só que a vida é muito mais complicada que qualquer filme, principalmente quando Bailey percebe a estreita fronteira entre ódio, amor ou seja lá o que estiver sentindo por Porter. Além disso, descobrir a verdadeira identidade de Alex mostra-se uma tarefa mais difícil do que ela imaginava.
Assim, conforme o verão passa, Bailey precisa decidir se permanece apegada a suas projeções de um Alex que ela nem sabe se existe ou se arrisca uma relação com Porter. Afinal, o cara dos seus sonhos não pode ficar só no mundo virtual. Mas o que Bailey não sabe é que Porter também guarda um segredo…
Para aqueles que fogem, evitam, desviam, dão um passo atrás. Deve haver um bom motivo para vocês se esconderem. Que sejam capazes de lidar com isso e descubram sua força interior.
O Cara dos Meus Sonhos (ou quase) é um jovem adulto estilo sessão da tarde, leve e de leitura rápida, narrado em primeira pessoa pela Bailey, que se muda para outro estado para ir morar com o pai. Bailey ou "Zibelina" mantém contato online com um nerd cinéfilo, Alex, assim como ela, que resulta em mensagens muito legais sobre filmes. Mas agora eles estão mais perto do que nunca, porque coincidentemente a casa do pai dela é na mesma cidade que a desse amigo misterioso.
De férias da escola, Bailey começa a trabalhar em um museu, onde faz vários amigos e conhece um cara meio irritante, meio atraente chamado Porter Roth. Enquanto o relacionamento com Porter vai se desdobrando, Bailey continua trocando mensagens com Alex, tentando a todo custo descobrir sua identidade, que resulta em nada além de frustração.

O livro vai se desenvolver quase inteiramente em detalhes bem minuciosos sobre o dia-a-dia no museu, na tentativa de Bailey em descobrir a identidade de Alex e no seu envolvimento com Porter, que a deixa pra lá de confusa.

Eu esperava algo melhor desenvolvido, onde a atenção fosse dada ao que realmente importa, que é no relacionamento dos personagens que se perde durante o livro em meio a tantas descrições desnecessários do museu. A leitura não chega a ser ruim, por isso eu recomendo para quem quer ler algo mais despretensioso e sem grandes reviravoltas.  
Talvez o poeta Walt Whitman tivesse razão. Todos de fato nos contradizemos e temos multidões dentro de nós. Como é que poderemos descobrir quem somos de verdade, então?

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