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14 de agosto de 2017

#RESENHA - O Voo da Libélula por Michel Bussi

Título: O Voo da Libélula
Autora: Michel Bussi
Editora: Arqueiro
Páginas: 400
Idioma: Português
ISBN: 8580413664
Ano de Lançamento: 2015


Livro cedido em parceria com a editora

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SINOPSE: Na noite de 23 de dezembro de 1980, um avião cai na fronteira entre a França e a Suíça, deixando apenas uma sobrevivente: uma bebê de 3 meses. Porém, havia duas meninas no voo, e cria-se o embate entre duas famílias, uma rica e uma pobre, pelo reconhecimento da paternidade.
Numa época em que não existiam exames de DNA, o julgamento estende-se por muito tempo, mobilizando todo o país. Seria a menina Lyse-Rose ou Émilie? Mesmo após o veredicto do tribunal, ainda pairam muitas dúvidas sobre o caso, e uma das famílias resolve contratar Crédule Grand-Duc, um detetive particular, para descobrir a verdade.
Dezoito anos depois, destroçado pelo fracasso e no limite entre a loucura e a lucidez, Grand-Duc envia o diário das investigações para a sobrevivente Lylie e decide tirar a própria vida. No momento em que vai puxar o gatilho, o detetive descobre um segredo que muda tudo. Porém, antes que possa revelar a solução do caso, ele é assassinado.
Após ler o diário, Lylie fica transtornada e desaparece, deixando o caderno com seu irmão, que precisará usar toda a sua inteligência para resolver um mistério cheio de camadas e reviravoltas.
Em O voo da libélula, o leitor é guiado pela escrita do detetive enquanto acompanha a angustiada busca de uma garota por sua identidade. 


O Voo da Libélula é narrado em terceira pessoa, por causa disso temos uma visão geral e muito mais ampla de tudo que está acontecendo. 

No início da leitura estamos no avião antes de um horrível acidente. Logo depois, ficamos sabendo que de centenas de pessoas, somente uma sobreviveu, uma bebê de apenas três meses: um milagre. Mas logo esse milagre vira um drama que se estende por anos a fio: a identidade da sobrevivente. 

O ano do acidente é 1980, não havia exames de DNA, as provas de quem é a sobrevivente, Lyse-Rose ou Émilie, não são concretas. A menina acaba sendo conhecida como Lylie, a mistura dos dois nomes. O juiz responsável pelo caso opta então para dar o parecer favorável para os Vitral (Émilie) ao invés da família Carville (Lyse-Rose). 
Algum dia um juiz teve esse poder, de matar uma criança para outra poder viver? De ser ao mesmo tempo salvador e carrasco? Uma família saía ganhando, a outra perdia tudo.

10 de agosto de 2017

Lidos de Julho

Oi gente. O mês de julho rendeu bastante. Acho que foi o mês que li mais livro na vida: 14 livros! Alguns foram bons, outros nem tanto. Vamos conhecer quais foram? Cliquem na capa para irem até a resenha.

7 de agosto de 2017

#RESENHA - A Desconhecida por Mary Kubica

Título: A Desconhecida
Autora: Mary Kubica
Editora: Planeta de Livros
Páginas: 352
Idioma: Português
ISBN: 8542209982
Ano de Lançamento: 2017


Livro cedido em parceria com a editora

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SINOPSE: Mais um instigante thriller psicológico da mesma autora de A Garota Perfeita, best-seller do The New York Times Todos os dias, a humanitária Heidi pega o trem suspenso de Chicago e se dirige ao trabalho, uma ONG que atende refugiados e pessoas com dificuldades. Em uma dessas viagens diárias ela se compadece de uma adolescente, que vive zanzando pelas estações com um bebê. É fato que as duas vivem nas ruas e estão sofrendo com a fome, a umidade e o frio intenso que castigam Chicago. Num ímpeto, Heidi resolve acolher Willow, a garota, e Ruby, a criança, em sua casa, provocando incômodo em seu marido e sua filha pré-adolescente. Arredia e taciturna, Willow não se abre e parece esconder algo sério ou estar fugindo de alguém. Mas Heidi segue alheia ao perigo de abrigar uma total estranha em casa. Porém Chris, seu marido, e Zoe, sua filha, têm plena convicção de que Willow é um foco de problemas e se mantêm alertas. Em um crescente de tensão, capítulo após capítulo a verdade é revelada e o leitor irá descobrir quem tem razão.



A Desconhecida é narrado em primeira pessoa por três personagens: Heide, Willow e Chris. Logo no início conhecemos Heidi, uma mulher altruísta que tem como trabalho ajudar pessoas carentes. Heidi é casada com Chris, um homem bem sucedido que quase não fica em por casa por causa das viagens à trabalho. E Willow é nossa "desconhecida".
O mais engraçado das alucinações é que a pessoa pode agir de forma relativamente normal quando está sob efeito delas. Suas alucinações não o levam inteiramente para fora do reino do possível.
Enquanto pega o trem em direção ao trabalho, Heidi vê uma menina suja no metrô com um bebê enrolado nos braços. Ela fica com essa cena na cabeça por muito tempo, então resolve ajudar, levando ela e o bebê para casa. Sem avisar à filha Zoe e ao marido Chris, a situação fica constrangedora em casa, principalmente porque ninguém faz ideia da índole dessa menina, e além do mais, um bebê. Um bebê sujo, com o bumbum ferido por causa da frauda suja. É de partir o coração, mas além de Heidi, sua família não se compadece tanto assim.

4 de agosto de 2017

#RESENHA - Outros jeitos de usar a boca por Rupi Kaur

Título: Outros jeitos de usar a boca
Autora: Rupi Kaur
Editora: Planeta de Livros
Páginas: 208
Idioma: Português
ISBN: 8542209303
Ano de Lançamento: 2017


Livro cedido em parceria com a editora

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SINOPSE: 'outros jeitos de usar a boca' é um livro de poemas sobre a sobrevivência. Sobre a experiência de violência, o abuso, o amor, a perda e a feminilidade. O volume é dividido em quatro partes, e cada uma delas serve a um propósito diferente. Lida com um tipo diferente de dor. Cura uma mágoa diferente. Outros jeitos de usar a boca transporta o leitor por uma jornada pelos momentos mais amargos da vida e encontra uma maneira de tirar delicadeza deles. Publicado inicialmente de forma independente por Rupi Kaur, poeta, artista plástica e performer canadense nascida na Índia – e que também assina as ilustrações presentes neste volume –, o livro se tornou o maior fenômeno do gênero nos últimos anos nos Estados Unidos, com mais de 1 milhão de exemplares vendidos.



Outros jeitos de usar a boca foi escrito inicialmente de forma independente pela Rupi Kaur. O livro trás poemas simples e de fácil entendimento, o que nos faz se identificar com muita coisa escrita ali. 


eu não fui embora porque
eu deixei de te amar
eu fui embora porque quanto mais
eu ficava menos
eu me amava

31 de julho de 2017

#RESENHA - #4 A Conquista por Elle Kennedy

Título: #4 A Conquista
Autora: Elle Kennedy
Série: Amores Improváveis
Editora: Paralela
Páginas: 296
Idioma: Português
ISBN: 8584390669
Ano de Lançamento: 2017


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SINOPSE: De todos os jogadores do time de Hóquei da universidade de Briar, John Tucker se destaca por ser o mais sensato, gentil e amável. Diferente de seus amigos mulherengos, ele sonha mesmo é com uma vida tranquila- esposa, filhos e, quem sabe um dia, abrir um negócio próprio. Mas nem mesmo o cara mais calmo do mundo estaria preparado para o turbilhão de emoções que ele está prestes a enfrentar. Sabrina James é a pessoa mais ambiciosa, dedicada e batalhadora do campus. Seu jeito sério e objetivo é interpretado por muitos como frieza, mas ela não está nem aí para sua fama de antipática. Tudo o que ela quer é passar em Harvard, tirar ótimas notas e conquistar a tão sonhada carreira como advogada. Só assim ela conseguirá escapar de seu passado difícil e de sua família terrível. Um acontecimento inesperado vai desses jovens de cabeça para baixo. Tucker e Sabrina vão precisar se unir e rever seus planos para o futuro. Juntos, eles aprenderão que a vida é cheia de surpresas, e que o amor é a maior conquista de todas.



A Conquista é o último livro da série Amores Improváveis e vai ser narrado em primeira pessoa pelo Tucker e Sabrina. Eles tiveram uma breve aparição nos livros anteriores e eu estava curiosa para saber mais sobre Sabrina.

Sabrina é uma menina pobre, mas batalhadora, que mora com a avó (que não é flor que se cheire) e o padastro/vodrasto dela. Nojento, é. Ela está fazendo um curso preparatório para tentar entrar em Havard, ou seja, ela é bem ambiciosa e corre atrás com unhas e dentes do que quer. Para isso ela tem que trabalhar em dois empregos e ainda estudar, então ela tem pouco tempo para se divertir. Mas é claro que ela tenta relaxar às vezes fazendo sexo sem compromisso com uns caras do esporte, que é o tipo dela.

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