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19 de abril de 2018

#RESENHA - A Escolha por J.R. Ward

Título: A Escolha
Série: #15 Irmandade da Adaga Negra
Autora: J.R. Ward
Editora: Universo dos Livros
Páginas: 528
Idioma: Português
Ano de Lançamento: 2017
Gênero: Ficção/Erótico/Vampiros
Skoob || Goodreads

Livro cedido em parceria com a editora

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SINOPSE: Emocione-se e se surpreenda com a tão aguardada sequência da série best-seller Irmandade da Adaga Negra, da autora best-seller do The New York Times, J. R. Ward! Xcor, líder do Bando de Bastardos e acusado de traição contra o Rei Cego, enfrentará um interrogatório brutal e um destino tortuoso nas mãos da Irmandade da Adaga Negra. Todavia, depois de uma vida marcada pela crueldade e por decisões infelizes, ele aceita seu destino de soldado, sendo que seu único lamento é a perda da fêmea sagrada que nunca foi sua: a Escolhida Layla. Somente Layla conhece a verdade capaz de salvar a vida de Xcor. Mas revelar seu sacrifício e sua herança secreta exporá a ambos e destruirá tudo o que Layla mais ama – até mesmo o papel de genitora de seus filhos preciosos. Dividida entre o amor e a lealdade, ela precisará criar coragem para enfrentar sua única família, a fim de defender o macho que amará para sempre. Além disso, mesmo se Xcor recebesse o perdão de alguma maneira, ele e Layla teriam de enfrentar um desafio ainda maior: criar uma ponte sobre a fenda que afasta seus mundos sem sedimentar o caminho para uma guerra de proporções ainda mais devastadoras, incorrendo em desolação e morte. Além disso, quando um velho e perigoso inimigo retorna a Caldwell, e a identidade de uma nova divindade é revelada, nada é certo ou garantido no mundo da Irmandade da Adaga Negra, nem mesmo o amor verdadeiro… Elogios à serie Irmandade da Adaga Negra “Completamente envolvente e deliciosamente erótico.” – Angela Knight, autora de Shifter, best-seller do The New York Times “De morrer… Amo esta série!” – Suzanne Brockmann, autora de Trouble shooters, série best-seller do The New York Times Sobre a autora: J. R. Ward mora no sul dos Estados Unidos com o marido, um grande leitor que a apoia em todas as situações, e seu amado golden retriever. A escritora é formada em Direito e, no início da carreira, trabalhou na área hospitalar, em Boston, passando anos no cargo de diretora-geral de um dosprincipais centros médicos acadêmicos do país. Ward já publicou dezenas de romances, que lhe renderam mais 15 milhões de exemplares vendidos em mais de 25 países. Sempre foi apaixonada por escrever e, para ela, passar o dia todo com seu computador,seu cachorro e sua xícara de café correspondem ao conceito de Paraíso.

Essa resenha pode conter spoiler dos livros anteriores

Olá fãs de IAN! A resenha de hoje é do livro mais aguardado de 2017 por mim: A Escolha, 15º volume da saga Irmandade da Adaga Negra da diva J.R. Ward.

Enfim chegou a hora de conhecermos mais a história de Xcor e Layla, a escolhida, e que história meu povo. O livro começa exatamente aonde parou em A Besta: Layla já teve os gêmeos e Xcor ainda está em coma, sob os 'cuidados' da Irmandade.

Neste livro, assim como nos anteriores, o casal coadjuvante tem um papel muito especial, criando um elo para o próximo livro, sem revelar muito para que possa ser mais abordado na sequência, mas ainda sim criando uma expectativa.

12 de abril de 2018

Não gostei do livro, e agora?

Oi pessoal, hoje trago um tema meio taboo na blogosfera literária que são as temidas Resenhas Negativas

Ninguém tem que gostar de tudo que o outro gostou e ninguém tem que concordar com a opinião alheia, mas ser sincero é essencial e isso pode trazer conflitos vulgo tretas - por isso as resenhas negativas trazem tanto receio.

Resenha negativa X parceria com editoras

O medo de fazer resenhas negativas também está ligado à preocupação de perder parceria com as editoras. Sim, isso pode acontecer. Não dá pra ser hipócrita e afirmar que todas as editoras aceitam resenhas negativas de forma amigável e que não irão avaliar sua renovação com outros olhos, porque isso acontece, sim. Já passei por isso duas vezes. 

Vendo pelo lado da editora, é claro que eles dão mais preferência às pessoas que resenham positivamente, pois o intuito é vender mais (lembrando que editora é uma empresa e empresa visa lucro e não obra de caridade) e resenha negativa não traz, digamos, muito lucro, mas a sinceridade ajuda as editoras a escolherem os próximos títulos a serem publicados e isso tem que ser levado em consideração, sim. 

Blog X sinceridade

A palavra aqui hoje é sinceridade. É normal não gostar de alguns livros, mesmo que seja do seu gênero favorito e apesar disso, vejo muitos blogs que só focam nos pontos positivos e esquecem de mencionar também os negativos, que podem chamar a atenção dos leitores. 

Já cansei de parar de acompanhar blogs que no decorrer do tempo perdem o ar de franqueza nas suas resenhas !porque não é possível que essa pessoa ame TODOS os livros que lê! A credibilidade corre um sério risco a partir daí.


Então resumindo, resenhas negativas trazem um risco de você não conseguir renovar parceria, resenhas negativas trazem tretas, resenhas negativas te trazem fama de ser do contra, de ser crítica demais, mas é tão gostoso poder escrever seus sentimentos reais durante a leitura, de mostrar aos leitores que você tem opinião própria e que independente de parceria seus leitores podem confiar na sua opinião

Lembrando que resenha negativa é uma coisa, esculachar editora e autor é outra completamente diferente. Não estamos aqui pra difamar o trabalho de ninguém. Tenha ciência de que tudo que você diz afeta o outro, então ser cordial também é necessário. 

Mais sinceridade, por favor!

9 de abril de 2018

#RESENHA - Em Outra Vida, Talvez? por Taylor Jenkins Reid

Título: Em Outra Vida, Talvez?
Autora: Taylor Jenkins Reid
Editora: Record
Páginas: 322
Idioma: Português
Ano de Lançamento: 2018
Gênero: Romance/Drama
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Livro cedido em parceria com a editora

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SINOPSE: Hannah está perdida. Aos 29 anos, ainda não decidiu que rumo dar à sua vida. Depois de uma decepção amorosa, ela volta para Los Angeles, sua cidade natal, pois acha que, com o apoio de Gabby, sua melhor amiga, finalmente vai conseguir colocar a vida nos trilhos. Para comemorar a mudança, nada melhor do que reunir velhos amigos num bar. E lá Hannah reencontra Ethan, seu ex-namorado da adolescência. No fim da noite, tanto ele quanto Gabby lhe oferecem carona. Será que é melhor ir embora com a amiga? Ou ficar até mais tarde com Ethan e aproveitar o restante da noite? Em realidades alternativas, Hannah vive as duas decisões. E, no desenrolar desses universos paralelos, sua vida segue rumos completamente diferentes. Será que tudo o que vivemos está predestinado a acontecer? O quanto disso é apenas sorte? E, o mais importante: será que almas gêmeas realmente existem? Hannah acredita que sim. E, nos dois mundos, ela acha que encontrou a sua.

Em Outra Vida, Talvez? parece ser mais um romance clichê, um chick-lit para te fazer rir, mas não se enganem, o livro é bem dramático e deixa a gente até com dúvida das nossas próprias escolhas e como elas poderiam mudar ter mudado o rumo que a vida tomou. 

Narrado em primeira pessoa pela nossa protagonista Hannah, a história segue uma linha reta, até que  ela tem que fazer uma escolha, mas acaba tomando duas e a linha se divide. Com uma história paralela, Hannah vai vier dois grandes amores e nos fazer torcer pelas duas histórias.

A história da protagonista não é fácil, não me trouxe risadas, apenas angústias sobre as decisões que eu tomei na vida. Pode isso? Haha. Enfim, achei o enredo bem original. Cheguei a pensar que ele iria caminhar para algo parecido com Uma Curva no Tempo, mas me surpreendeu por possuir um tom inovador e que nos faz refletir sobre a nossa própria história enquanto a dela se desenrola na frente dos nossos olhos.

4 de abril de 2018

#RESENHA - #2 Corte de Névoa e Fúria por Sarah J. Maas

Título: #2 Corte de Névoa e Fúria
Autora: Sarah J. Maas
Série: Corte de Espinhos e Rosas
Editora: Galera Record
Páginas: 658
Idioma: Português
Ano de Lançamento: 2016
Gênero: Fantasia/New Adult
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SINOPSE: O aguardado segundo volume da saga iniciada em Corte de espinhos e rosas, da mesma autora da série Trono de vidro Nessa continuação, a jovem humana que morreu nas garras de Amarantha, Feyre, assume seu lugar como Quebradora da Maldição e dona dos poderes de sete Grão-Feéricos. Seu coração, no entanto, permanece humano. Incapaz de esquecer o que sofreu para libertar o povo de Tamlin e o pacto firmado com Rhys, senhor da Corte Noturna. Mas, mesmo assim, ela se esforça para reconstruir o lar que criou na Corte Primaveril. Então por que é ao lado de Rhys que se sente mais plena? Peça-chave num jogo que desconhece, Feyre deve aprender rapidamente do que é capaz. Pois um antigo mal, muito pior que Amarantha, se agita no horizonte e ameaça o mundo de humanos e feéricos.

Essa resenha pode conter spoiler do livro anterior

Corte de Névea e Fúria é o segundo livro da série Corte de Espinhos e Rosas e assim como o primeiro livro, esse também é narrado pela nossa personagem principal, Feyre, que morreu no confronto que teve no final de Corte de Espinhos e Rosas, mas que reviveu não mais como humana e sim como uma criatura poderosa que possui os poderes dos Grão-Feéricos das sete sete Cortes. 

Apesar do grande poder que agora tem, Feyre vai definhando com a culpa pelos assassinatos que teve cometer afim de libertar os reinos das garras de Amarantha. Para agravar essa situação, o medo que Tamlin tem de que Feyre acabe sendo machucada ou apanhada, o faz prendê-la em sua Corte, ignorando seus apelos de ajudar com a vigilância.
 Quando se passa tanto tempo preso na escuridão, se percebe que a escuridão passa a olhar de volta.

2 de abril de 2018

#RESENHA - O Jogo do Amor/Ódio por Sally Thorne

Título: O Jogo do Amor/Ódio
Autora: Sally Thorne
Editora: Universo dos Livros
Páginas: 400
Idioma: Português
Ano de Lançamento: 2017
Gênero: Chick-Lit
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SINOPSE: Sally Thorne surge na cena literária apresentando um ambiente de trabalho hilário e sensual em uma comédia sobre aquela conhecida linhazinha tênue entre o amor e o ódio. Lucy Hutton e Joshua Templeman se odeiam. Não é desgostar. Não é tolerar. É odiar. E eles não têm nenhum problema em demonstrar esses sentimentos em uma série de manobras ritualísticas passivo-agressivas enquanto permanecem sentados um diante do outro, trabalhando como assistentes executivos de uma editora. Lucy não consegue entender a abordagem apática, rígida e meticulosa que Joshua adota ao realizar seu trabalho. Ele, por sua vez, vive desorientado com as roupas coloridas de Lucy, suas excentricidades e seu jeitinho Poliana de levar a vida. Diante da possibilidade de uma promoção, os dois travam uma guerra de egos e Lucy não recua quando o jogo final pode lhe custar o trabalho de seus sonhos. Enquanto isso, a tensão entre o casal segue fervendo, e agora a moça se dá conta de que talvez não sinta ódio por Joshua. E talvez ele também não sinta ódio por Lucy. Ou talvez esse seja só mais um jogo.


O Jogo do Amor/Ódio é um chick-lit que vai contar a história romântica dos personagens Lucy Hutton e Joshua Templeman, que se odeiam!

Lucy e Joshua trabalharam em editoras diferentes, até que uma crise faz com que elas tenham que se juntar e se tornar uma afim de tentar evitar a falência. Acontece que apesar de serem agora uma empresa só, cada um tem seu chefe, cada um tem suas responsabilidades, mas dividem o mesmo espaço. Depois que uma vaga surge, eles começam a brigar pelo cargo e acabam se aproximando, por incrível que pareça, por causa disso. 

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