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17 de julho de 2017

#RESENHA - #2 A Traidora do Trono por Alwyn Hamilton

Título: #2 A Traidora do Trono
Autor: Alwyn Hamilton
Série: A Rebelde do Deserto
Editora: Seguinte
Páginas: 496
Idioma: Português
ISBN: 8555340292
Ano de Lançamento: 2017


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SINOPSE: "Amani Al’Hiza mal pôde acreditar quando finalmente conseguiu fugir de sua cidade natal, montada num cavalo mágico junto com Jin, um forasteiro misterioso. Depois de pouco tempo, porém, sua maior preocupação deixou de ser a própria liberdade: a garota descobriu ter muito mais poder do que imaginava e acabou se juntando à rebelião, que quer livrar o país inteiro do domínio do sultão. Em meio às perigosas batalhas ao lado dos rebeldes, Amani é traída quando menos espera e se vê prisioneira no palácio. Enquanto pensa em um jeito de escapar, ela começa a espionar o sultão. Mas quanto mais tempo passa ali, mais Amani questiona se o governante de fato é o vilão que todos acreditam."

CONTÉM SPOILERS DO PRIMEIRO LIVRO



Uma nova alvora, um novo deserto.
Em 'Rebelde do Deserto #1' vimos nossa heroína Amani fazer uma grande descoberta sobre si mesma, ao se descobrir uma 'demjii', filha de um djinni (imortal) e uma mortal, e ser dona de um grande poder. Também descobrimos que Jin não era somente nosso amado forasteiro - e sim um dos príncipes exilados - sim, são vários príncipes - porque o Sultão tem um harém. E um grande apoio do seu irmão, o Príncipe Rebelde, na luta contra a opressão do sultão. O livro  'A Traidora do Trono' continua a história de Amani - seis meses após ter levado um tiro na batalha da Fahli. A revolução continua dando o seu máximo para extinguir o domínio do sultão e ameaçar cada vez mais o seu poder, e Amani continua sempre se colocando em linha de batalha. Porém o que ela não previa, é que ao acordar de sua 'quase morte',  Jin - seu companheiro não estava ao seu lado. Ao invés de ficar ao seu lado, ele fugiu quando ela mais precisava dele.
Nem preciso dizer que Amani não gosta nem um pouco disso, e com o tempo vai ficando com cada vez mais raiva de sua paixão. Porém, como em todo livro, nosso forasteiro acaba voltando quando

As crenças da rebelião são totalmente altruísta e inspiradores, principalmente porque buscam mudar a crença e desigualdade seu país e livrá-lo do domínio e autoridade do sultão, um homem cruel, ganancioso e impiedoso -  que só pensa em poder. É com este dever de justiça e de tornar o mundo melhor para as pessoas que Amani fica ainda mais determinada a dar o máximo de si e do seu poder para ajudar seus companheiros.

Nossa Bandida dos Olhos Azuis se torna uma grande lenda sussurrada pelo deserto, e junto com o Príncipe Rebelde, aumenta mais ainda o alcance da revolução. Porém quando menos espera Amani acaba sendo traída por quem menos esperava e levada diretamente ao palácio do Sultão.

Ao chegar no harém do Sultão, acaba se vendo em meio de muitas traições, reviravoltas, mulheres lutando para conquistar o seu espaço e não serem mortas na calada da noite.
Nos dias dos quais apenas os imortais se lembram, o mundo era imutável. O sol não se punha ou nascia. Não havia marés. Os djinnis não sentiam medo, alegria, pesar ou dor. Nada vivia ou morria. Tudo simplesmente era.

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