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26 de agosto de 2020

#RESENHA - #3 Darkdawn Por Jay Kristoff

Título: #3 Darkdawn
Autora: Jay Kristoff
Série: Crônicas da Quasinoite
Editora: Plataforma21
Páginas: 704
Idioma: Português
Ano de Lançamento: 2020
Gênero: Fantasia/Young Adult
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SINOPSE: Nobre amigo, depois de um breve silêncio, podemos enfim voltar os olhos para a saga de nosso pequeno corvo. É certo que você deve estar curioso para saber o que aconteceu após os eventos sanguinários que abalaram as arenas de Godsgrave.

Com o irmão caçula nos braços, Mia Corvere saboreia seu triunfo. Foi uma longa jornada até aqui. A menina assustada que presenciara o enforcamento do pai tornou-se a assassina mais temida de toda a República de Itreya. Passados oito anos desde que começou a planejar sua vingança, Mia finalmente instaurou o caos na Cidade das Pontes e dos Ossos ao ceifar a vida do grão-cardeal e do cônsul.

No entanto, nem tudo é glória na vida da Faz-Rei. Os soldados luminatii e os servos da Igreja Vermelha estão à sua caça. Mercurio foi capturado e Mia deve salvá-lo antes que seu querido mentor pereça dentro dos muros da escola de assassinos. Entre sua fuga e o resgate do velho, ela precisa conquistar a confiança de Jonnen, seu irmão. Pois, neste momento, o que sobrou de sua família deseja vê-la morta.

Além disso, há algo mais assombrando seu destino. Um enigma fúnebre que cresce sob Godsgrave à medida que a veratreva se aproxima: os muitos eram um e serão de novo. Quando a noite chegar, talvez em definitivo, Mia Corvere conseguirá sobreviver num mundo em que até a luz dos sóis pode morrer?



Darkdawn é o ultimo livro da trilogia Crônicas da Quasinoite. Muitas coisas ficaram pendentes no livro anterior e nesse temos os desfechos de várias pontas soltas que foram deixadas durante a história. Mas não se engane, o livro possui 704 e nada é despejado de uma vez. Inclusive achei que esse livro ia começar exatamente na cena que acabou o Godsgrave e não foi bem assim. O que me deixou um porquinho frustada.

Em Darkdawn Mia ainda continua em busca de vingança (apesar de algumas coisas terem mudado durante o caminho) e talvez por causa de tanto tempo com esse único propósito na vida, ela acaba ficando um pouco desleixada, tomando decisões bem precipitadas, o que é bem diferente do que Mia custava ser em Godsgrave.
 Quando tudo é sangue, sangue é tudo
A história é boa, as lutas e partes sanguinárias são muito bem escritas, tornando as cenas bem vívidas, porém eu esperava algo mais épico. Não tinha nenhuma expectativa do que seria o final, apenas que seria simplesmente inesquecível. Não foi bem assim, mas tudo bem. Ainda vale super a pena ler toda a trilogia. Amei conhecer os personagens e principalmente a escrita do autor, que é sensacional. Também espero demais que vire série de tv. Seria demais!

Uma coisa que me incomodou bastante desde o segundo livro foi o romance que se desenrolou. Não me entendam mal, eu amo um triângulo amoro, mas Ash, ah não, eu odeio essa personagem com todas as minhas forças. O autor fez isso de propósito, lógico, pra nos deixar bem confusos mesmo, mas achei um tanto desnecessário. E ah...
Nunca trema,
nunca tema,
e nunca, jamais se esqueça

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